quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Centro de Florianópolis

Olá olá!

Num dos últimos sábados, sem transporte para ir para longe, decidi conhecer melhor o centro e a parte histórica de Florianópolis.

Durante o sábado de manhã o centro tem uma vida e uma agitação que adora. Muitas pessoas, muitas barraquinhas de artesanato, vendedores ambulantes, bancas de fruta, comercio tradicional.

Comecei por descer a Rua Felipe Schmidt em direção à Praça XV de Novembro.

No Brasil, a 15 de Novembrode 1889 deu-se um golpe militar e a proclamação da República.

Nesta praça encontra-se a famosa figueira centenária.








Ao lado da Praça XV encontramos o Palácio Cruz e Sousa, antigo Palácio Rosado, que foi  Palácio do Governo do Estado.













Hercílio Luz







Damos mais um passo e encontramos a Catedral Metropolitana de Florianópolis, dedicada a Nossa Senhora do Desterro (antigo nome da cidade).


















Andando um pouco para o lado, numa transversal à Praça XV, encontra-se o Museu Vitor Meirelles.

Este museu destina-se à preservação da memória e da obra de Vitor Meirelles de Lima, nascido em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, a 18 de Agosto de 1832, e foi um dos mais importantes pintores do Romantismo brasileiro.O museu está sediado na casa que pertenceu ao pintor.






Anthero de Quental

Retrato de Vitor Meirelles

Degolação de São João Batista


A morta

Cabeça de velho

Retrato de senhora

Vista parcial da cidade do Desterro


Também aqui por perto se encontra o Mercado Público Municipal. Adoro o mercado, tem um pouco de tudo. Tem bastante variedade de frutas, legumes, peixe, queijos, doces, etc.
É uma agitação que dá gosto.


Antiga Alfândega







Percorrendo a Rua Felipe Schmidt até à ponta oposta encontra-se o mirante/miradouro Hercílio Luz, com vista para as pontes que ligam a ilha ao continente.







Deixo também algumas fotos aleatórias que fui tirando pelo caminho.








Praça D.Pedro I

Bjocas

Floripa Alentejana

Lagoa da Conceição

Olá olá!

Um outro domingo teve como destino a Lagoa da Conceição.

Dos miradouros/mirantes consegue-se ter uma vista geral da lagoa, que é lindíssima. nestes também se pode provar o típico "caldo de cana". provei com lima, é um pouco enjoativo mas muito bom.






Neste dia o almoço foi na Costa da Lagoa. Local maravilhoso, com restaurantes muito bons e que só é acessível por trilha ou de barco.

Está no meio da natureza exuberante da Lagoa e a população nativa oferece comida maravilhosa típica da região em diversos restaurantes charmosos na beira da água.

A viagem até ao outro lado é num barquito bem pequeno e simples, mas é agradável a sensação, e se o céu estiver azul, como foi o caso, fica-se com uma vista linda.

Almoçamos sequencia de camarão e tainha grelhada. Tudo de comer e chorar por mais. É só trabalhar para a engorda.















Fazendo uma pequena trilha é possível encontrar uma cachoeira no meio da vegetação.







No porto da Lagoa existe muita agitação, de dia com artesanato, restaurantes, feiras e à noite com bastantes bares.

Numa outra noite, o grupo de tugas em Floripa decidiu ir lá comer Moqueca. Muito boa, deu para esse dia, levámos para casa e ainda deu para o almoço do dia seguinte.

O vinho branco que havia no restaurante era apenas "o da casa". Arrisquei. Não é extraordinário, tem um sabor característico, sabe muito a uva morangueira, é estranho. Se tivesse em Portugal teria claramente optado por um Quinta da Aveleda.

Um problema que tenho várias vezes aqui é com o pão.

Como típica alentejana coo pão à refeição. O pão aqui não tem a códea estaladiça como o pão alentejano, mas certas comidas, como foi o caso da Moqueca, com aquele molhinho, para mim era impensável não ter pão pra molhar sopinhas, mesmo sem ser alentejano.

Perguntei ao empregado, mas o "moço" disse que não tinha. Fiquei triste. Mas simpatia que ele foi e deslocou-se ao supermercado ao lado. todos os tugas gozaram que a alentejana queria pão, mas depois todos comeram e confirmaram que com aquele molho o pão ficou divinal.



Bjocas

Floripa Alentejana

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Curitiba

Costumo viajar muito em trabalho.

Na maior parte das vezes não tenho tempo para conhecer nada, pois é chegar, trabalhar e partir.

Nas duas últimas viagens a  Curitiba consegui conhecer o Parque Barigui e o Museu Oscar Niemeyer.

O parque recebe o nome do rio Barigui que foi represado para formar um grande lago em seu interior. Está entre os maiores da cidade, sendo, também, um dos mais antigos. Diversas espécies de animais vivem livres no parque, como aves, capivaras e pequenos roedores. 

Foi a primeira vez que vi uma capivara, aliás muitas, passeando pelo meio das pessoas.

Achei um animal um pouco estranho. É um roedor, faz um som semelhante ao porco, anda em terra e água e tem o corpo coberto de forma parecida ao javali.


No final de um dia de trabalho combinei com umas colegas ir a um boteco, o Basset, mesmo em frente ao Museu Oscar Niemeyer. Petiscos nada saudáveis, mas ótimos, chopp numa noite quente e uma vista ótima. o final perfeito de um dia de trabalho.

Museu Oscar Niemeyer é um verdadeiro exemplo da Arquitetura aliada à Arte.
É conhecido localmente como Museu do Olho, devido ao design do seu edifício, muito embora a inspiração seja a da árvore-símbolo do Paraná, o pinheiro-do-paraná.







No caminho de regresso parámos a beber uma água numa das lojas da grande cadeia Havan. Acho imensa piada pois a loja tem a arquitetura da Casa Branca e têm à porta a estátua da liberdade.



Houve também tempo para um jantar com boa companhia no Trovatta Risotteria onde se comeu um belo nhoc com champignon e  um risoto e bebeu um vinho argentino.(Farei um dia destes um post sobre vinhos).



Bjocas

Floripa Alentejana